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Comissões
aprovam propostas do deputado José Bittencourt |
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Duas propostas de autoria do deputado estadual José
Bittencourt (PDT) passaram pelo crivo das comissões da Assembléia
Legislativa de São Paulo e agora devem seguir para votação. | | Por
meio do Projeto de Lei nº 490, de 2010, o parlamentar pedetista propõe
a criação do Selo Empresa Inclusiva para todo o Estado.
A idéia é conferir o selo a micro e pequenas empresas com a iniciativa
de favorecer a integração e a melhoria da qualidade de vida das
pessoas portadoras de necessidades especiais. Segundo o deputado, a cada dois
anos, os órgãos competentes fariam uma verificarão das condições
das empresas cadastradas voluntariamente para a obtenção do selo.
Para tanto devem comprovar preocupação com estimulo de integração
de pessoas portadoras de deficiência, suas práticas sociais e seu
papel na governança corporativa. Bittencourt explica como práticas
sociais as práticas desenvolvidas pela empresa que visam beneficiar
diretamente segmentos jovens, idosos, portadores de deficiência e pessoas
carentes da sociedade, além de seus próprios funcionários,
no tocante a formação educacional e profissional dos mesmos. A
comprovação dos quesitos deverá, sempre, dispor de prova
documental. Já a análise, avaliação e concessão
das distinções previstas nesta Lei, sugere o deputado, caberiam
à Comissão Avaliadora que ficaria por competência do Conselho
Estadual dos Assuntos das Pessoas Portadoras de Deficiência, órgão
responsável pela elaboração de políticas públicas
em favor das pessoas portadoras de Deficiência. Na minha proposta,
as despesas decorrentes da execução desta lei deverão à
conta das dotações orçamentárias próprias. | | | Bittencourt
explica ainda que este projeto busca reconhecer iniciativas empresariais favoráveis
à inclusão das pessoas com deficiência, como a Lei federal
8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, que obriga apenas empresas que tem mais
de uma centena de empregados a destinar de 2% a 5% de suas vagas a deficientes.
Assim, a micro e pequena empresa que responde por 67% dos postos de trabalho
no país estão desobrigadas a cumprir a lei. Além disso, hoje,
existem muitos empresários com falta de conhecimento em relação
ao potencial criativo e profissional das pessoas com alguma deficiência
e muitos acabam dificultando o acesso destas pessoas em se encaixar no mercado
de trabalho. O deputado acredita ainda que a criação
do selo significará, em relação as empresas que conquistarem
o direito de portá-lo, menor autuação, fiscalização
e preocupação dos órgãos governamentais, uma vez que
estará certo e documentado, pelo prazo de dois anos, suas práticas
absolutamente legais. Moção Outra proposta do pedetista
que aguarda votação é a Moção nº 64 de
2010. O documento apela aos presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados
Federal, além dos líderes partidários, mais esforços
para que o empregatício entre confissões religiosas, independentemente
de se tratar de igrejas ou instituições, seja aprovado. |
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